No processo "dos 3 primeiros meses"
Logo que eu meu marido começamos a sonhar e planejar tudo a respeito do bebê, fomos passear em campos do Jordão. Foi lá que os enjoos começaram. Perda total do apetite. Justo na terra do Fondue! O passeio era para descansar. Costumamos sempre, nas nossas viagens, explorar o local. Isso mais por vontade minha. Mas desta vez, a rotina estava cansativa, e tudo o que queríamos era sossego. Ficamos num hotel muito aconchegante com o café da manhã mais esplêndido da face da terra. E adivinhem... No último dia não consegui comer uma fatia de queijo! Como assim? Sempre fui boa de garfo! De repente tudo o que meu estômago quer é colocar tudo pra fora? Meu marido adorou Campos. Eu não tenho vontade de voltar. Associo ao começo da tortura. Sim. Era só o começo.
As coisas foram piorando, piorando, piorando. E, resumindo, acabei ficando 20 dias seguidos com diarréia simultaneamente à uma frequência de mais ou menos 4 vômitos por dia. Hiperemese. Super desidratação. Nada, absolutamente nada, resolvia ou parava dentro do organismo. Segui os mais diversos conselhos, crendices e medicamentos: comer na tampa, me entupir de bolacha água e sal, frutas cítricas, dramim, meclin... NADA. Ia praticamente todo dia para o pronto socorro tomar soro, porque meu corpo não respondia mais. A pior parte era ouvir: "é normal", "vai passar, é só os 3 primeiros meses", "não tem o que fazer". Que raiva! O estado em que estava era sim, doença. Pior eram as mãezinhas consolando: "vixi... vomitei até a hora do parto!". Nossa! que alívio ouvir isso! Meu marido disse que nem na pós-cirurgia eu fiquei em estado tão deplorável. Perdi 4 kg em 2 semanas. Era cama - banheiro, banheiro - cama. E "dáli" atestados! Cheguei ao ponto de, me acabando em choro, dizer "não quero mais!".
Como foi dificil elaborar essa parte do processo! Queria que tudo aquilo sumisse, mas não queria perder o bebê. Não porque estava SUPER preparada, mas porque não queria passar por um novo aborto. Agora tinha que vingar! Tinha que dar certo! Já tinha passado pelo processo de "elaboração da novidade".
Bom... pra acrescentar, meu convênio médico era uma porcaria. Não conseguia agendar UMA primeira consulta com Ginecologista. Vagas pra lá de 2 meses. Quem iria me dar e onde iria fazer um primeiro US para ver como estava meu bebê? Seriam normais estes enjoos?
Novamente tive que me submeter ao pronto socorro. Desta vez: sorte. Um médico conhecido. Me deu um pedido de US e fiz ali mesmo. Resultado: pequeno mioma, placenta anterior, e leve descolamento. É como se diz na gíria popular: zicada. Além do mal estar, cuidados e repouso absoluto para não perder novamente.
Estava super desgastada. Ao final dos 3 meses fui à um GO de emergência com cara de 'me socorra, pelo amor de Deus!'. Ele me deu um relaxante gástrico (nem sei qual) e foi como ter tirado com as mãos.
3 meses exatos. De fato, a fase ruim passou. Um novo US mostrou que não havia mais descolamento e o mioma não trazia riscos. UFA! Seria agora que iria começar a curtir minha gestação? E o sexo do bebê? Queríamos tanto um menininho...
As coisas foram piorando, piorando, piorando. E, resumindo, acabei ficando 20 dias seguidos com diarréia simultaneamente à uma frequência de mais ou menos 4 vômitos por dia. Hiperemese. Super desidratação. Nada, absolutamente nada, resolvia ou parava dentro do organismo. Segui os mais diversos conselhos, crendices e medicamentos: comer na tampa, me entupir de bolacha água e sal, frutas cítricas, dramim, meclin... NADA. Ia praticamente todo dia para o pronto socorro tomar soro, porque meu corpo não respondia mais. A pior parte era ouvir: "é normal", "vai passar, é só os 3 primeiros meses", "não tem o que fazer". Que raiva! O estado em que estava era sim, doença. Pior eram as mãezinhas consolando: "vixi... vomitei até a hora do parto!". Nossa! que alívio ouvir isso! Meu marido disse que nem na pós-cirurgia eu fiquei em estado tão deplorável. Perdi 4 kg em 2 semanas. Era cama - banheiro, banheiro - cama. E "dáli" atestados! Cheguei ao ponto de, me acabando em choro, dizer "não quero mais!".
Como foi dificil elaborar essa parte do processo! Queria que tudo aquilo sumisse, mas não queria perder o bebê. Não porque estava SUPER preparada, mas porque não queria passar por um novo aborto. Agora tinha que vingar! Tinha que dar certo! Já tinha passado pelo processo de "elaboração da novidade".
Bom... pra acrescentar, meu convênio médico era uma porcaria. Não conseguia agendar UMA primeira consulta com Ginecologista. Vagas pra lá de 2 meses. Quem iria me dar e onde iria fazer um primeiro US para ver como estava meu bebê? Seriam normais estes enjoos?
Novamente tive que me submeter ao pronto socorro. Desta vez: sorte. Um médico conhecido. Me deu um pedido de US e fiz ali mesmo. Resultado: pequeno mioma, placenta anterior, e leve descolamento. É como se diz na gíria popular: zicada. Além do mal estar, cuidados e repouso absoluto para não perder novamente.
Estava super desgastada. Ao final dos 3 meses fui à um GO de emergência com cara de 'me socorra, pelo amor de Deus!'. Ele me deu um relaxante gástrico (nem sei qual) e foi como ter tirado com as mãos.
3 meses exatos. De fato, a fase ruim passou. Um novo US mostrou que não havia mais descolamento e o mioma não trazia riscos. UFA! Seria agora que iria começar a curtir minha gestação? E o sexo do bebê? Queríamos tanto um menininho...

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